quarta-feira, janeiro 14, 2009

Vampirada solta!


Não sei se chegaram a ver, mas ontem estava passando quase ao mesmo tempo “Entrevista Com o Vampiro” na WB e um pouco mais tarde “Fome de Viver” na TCM. Larguei o computador, fiz uma bacia de pipoca e fui para sala.
Foi uma delicia, mas confesso cortaram cenas da Entrevista,ou melhor, borraram as cenas,tosco!Para que isso! Era tarde!Mas assisti claro, eu conheço o filme todo, até as falas, acho que já vi mil vezes.
Quem foi que conseguiu não repetir a frase que ficou celebre quando Claudia (vampirinha) diz:
“-Eu quero mais”.
Estou meio que de férias de minha mente. Mas breve ela volta, é somente aquela coisa “o ano começou agora”.
Sábado tem capitulo novo de Bruce,só não sei a hora que vou postar,pois tenho umas pendências.
Música!Estou gamada no Raphael,uma música mais linda do que a outra.Minha ultima favorita, http://br.youtube.com/watch?v=5Hk44Ihjdto é bem legal.

Vou indo, os olhos pedem escuridão.

Beijos mordidos.

domingo, janeiro 11, 2009

Coração



Ninguém nota, mas às vezes me magôo em silêncio. Desfaço, sorriu e me desculpo. São as palavras, elas têm um estranho poder de ferir e de alegrar. Ultimamente elas somente me ferem. Fazendo-me sentir frio no coração.
Já o ouvi estalando, é o gelo ficando mais duro, um dia ele vai parar de bater. E meu coração em mil pedaços vai se despedaçar.
Eu não conheço limites. Só a dor que me faz chorar em segredo. Sou um cavalo selvagem correndo sem freio e no meu caminho só há campo aberto.
Muitos me acreditam louca e sem razão, uma criança sem senso. Uma mulher num quadro que ninguém pode tocar. Eu sou apenas alguém que sente frio no coração. Amo as pessoas e por elas sou capaz de tudo.
Mais com o coração frio eu não consigo parar de correr e as palavras me ferem. Elas vêem de todos os lados e me fazem correr.
Espero demais e confio em demasia e quando penso que sou, já não existo e mais uma vez me expulsão de suas vidas com palavras educadas e cruéis.
Não pertenço a ninguém e não sou de lugar nenhum. Estou só correndo pelo campo e meu coração sente frio.
Em fuga não escuto as palavras, só meu coração batendo cada vez mais devagar. Aos poucos deixo de acreditar de sentir. Não posso parar e novamente acreditar.
Só me resta correr sem rédeas com o cabelo ao vento. O vento seca as lágrimas e disfarça os olhos vermelhos.
Não posso parar meu coração está frio,vai se despedaçar.

sexta-feira, janeiro 02, 2009

Tempo



Jamais o contei. Ele não merece credito, passa silenciosamente, e leva o nosso melhor. A juventude, os amores, a beleza, a sanidade.


Imortal e cruel, dono de gestos absurdos de contemplação fria a tudo e a todos.
Ele, o tempo, nos conduz e envolve dia após dias.

Em um gestual suave, dançante envolvente. Ele que tudo já viu e foi testemunha muda, esta tão perto e tão longe. Mantendo mistérios, segredos, o futuro a corretado, sequestrado de nossa observação.

A ele meu brinde,meu agradecimento tardio e melancólico.
Sou tudo que já existiu e foi celebrado, sou o passado que o tempo abandonou e hoje só vive na memória dos que me amaram e comigo viveram intensamente.

-Feliz 2009!

quinta-feira, dezembro 25, 2008

Uma Noite Especial



-Sabe que dia é hoje?-Kara perguntou fitando a noite lá fora,a alegria nas ruas.
-Sim,Natal.-Jan respondeu lendo o jornal “Le monde”.-Quer sair um pouco,ver os fogos a meia noite?
Jan Kmam a notava melancólica há dias, o mês de dezembro sequer havia começado e a viu numa vitrine olhando os enfeites, fitando as árvores de Natal decoradas. Era seu primeiro Natal como vampira.
Resolveu nada comentar, não fez nenhuma observação a deixou livre para escolher o que realmente desejava fazer. Ela precisava dar o primeiro passo, tinha a escolha de participar ou simplesmente excluir-se. Jan Kmam esperou dando liberdade, não iria forçar seu desenvolvimento, não ele, que tantos anos caminhou sozinho, dentro da escuridão da cidade somente observando o mundo inteiro comemorar em meio a familiares, amigos. Não pertencia mais ao mundo dos mortais, porque deveria imitar-lhe os gestos?
Dentro da imortalidade somente fica a solidão, as noites intermináveis, aquela era somente mais uma. Para ele que a viu de todas as cores e formas, o que importava era ter sua mão para segurar entre as suas, poder dançar abraçado a ela, ouvi-la sorri, esta perto quando a manhã chegasse. Ele não estava mais sozinha, podia esperar mais um ano ao seu lado,podia viver eternamente ao lado da vampira que amava.
-Podemos?
-Claro que podemos, nós podemos quase tudo. -disse olhando-a melancólica, quieta. -Tenho algo para você. -disse rendendo-se, afinal a amava e para vê-la feliz fazia qualquer coisa,até mesmo preparar-se para o Natal.
Jan soltou o jornal e foi para a biblioteca e quando retornou trazia uma caixa nas mãos. Depositou a caixa no chão e viu Kara aproximar-se, assim que abriu a viu sorrir.A caixa estava cheia de enfeites de Natal,até mesmo uma árvore para montar.Kara o abraço e beijo longamente e começou a fazer o que sempre fez,o que certamente demoraria a deixar para trás,agiu como uma mortal,enfeitou o apartamento,enquanto Jan a ajuda vendo-a quase renascida,feliz.
Quando a árvore estava completamente decorada Kara a olhou, as luzes pequeninas e sorriu tristemente. Jan Kmam a abraçou e, pois a estrela no alto.Ficaram olhando-a por um longo tempo abraçados.
-Eu sei que tirei muito de você Kara,mas eu não poderia permitir que morresse,eu te amo demais,não suportaria novamente te perder,fui egoísta...
-Eu não me arrependo, eu te amo tanto. Por favor, Jan...Entenda ainda sinto falta de tantas coisas...
-Jamais senti arrependimento em seu coração. Tudo que sinto é o seu amor me rodeando,me cobrindo como um grande coberto de retalhos,onde cada um dele é um momento único entre nós dois.-afirmou acariciando seus cabelos cacheados.-Eu compreendo o que sinto,pois também me senti deste modo.
-Não quero perder esses momentos, quero tê-los com você e não me importa que isso seja mortal e tolo.-ela segurou o rosto de Jan Kmam e prosseguiu.-Os valorizo,acho que sempre valorizarei, porque todos eles, estes doces momentos nos pertencem. Não vou me excluir do mundo porque me tornei imortal, o mundo agora me pertence e eu o sinto completamente.-dizendo isso o abraçou forte.
-Quando a trouxe para a imortalidade eu imaginei que era especial,mas jamais sonhei que me fizesse sentir novamente humano.Mas veja só,você conseguiu.-dizendo isso a beijo longamente.
-Escute.-Kara pediu pondo sua mão no peito do amante.-Ele esta batendo assim como o meu,é amor.-disse apertando-o nos braços,escondendo o rosto no seu pescoço,nos seus cabelos soltos.-Te amo demais para lamentar o que perdi,só quero entender,aprender.
-Quero que feche os olhos e me espere bem aqui.-Jan pediu junto ao seu ouvido.-Tenho algo para te dar.
Jan se afastou e sumiu dentro do quarto.Kara aguardava junto a árvore de olhos fechados,impaciente,querendo abri-los,tentando descobrir o que seria.
-Jan?
-Espere Kara, não abra os olhos.-pediu aproximando-se devagar.
-O que é? Vamos diga. -pediu risonha.
-Estenda as mãos e segure com cuidado e abra os olhos. - Jan explicou.
Kara segurou o objeto com cuidado e abriu os olhos. Ali entre seus dedos, uma caixinha de música, dentro dela um casal vestido ricamente, como a séculos atrás, protegidos, cobertos pela frágil camada de vidro. Ela girou a pequena manivela e logo a música deles tocava suave enquanto o pequenino casal se movia mecanicamente.
-É linda, Jan.-Kara falou beijando seu rosto emocionada.
-Somos nós dois. -disse segurando-a junto com Kara.-Sempre estaremos assim juntos, felizes, dançando.Dentro de nosso mundo.
-Tenho algo para te também. -ela dizendo isso pegou um saquinho de veludo do bolso e passou a suas mãos.-Não sabia se poderia te pedir que usasse.-falou timidamente.-Espero que goste,que caiba.
Jan Kmam despejou o conteúdo na palma da mão e viu a bela aliança e sorriu emocionado. Kara pegou a aliança feita de prata e ouro e olhando dentro de seus olhos de turquesa e tentou a colocar no dedo médio de Jan,mas não deu,ele sorriu e estendeu o dedo mindinho.A aliança ficou perfeita,Kara beijou-lhe a mão e imediatamente ele a enlaçou nos braços e a beijou longa e apaixonadamente,enquanto ela retribuía,murmurando o quanto o amava,ouvindo seu coração batendo forte de encontro ao seu peito delicado.
-Jamais vou tirar. -ele disse beijando a aliança,e finalmente a mão de Kara onde repousava a aliança que ele lhe presenteou meses atrás.-Dance comigo.-pediu suave.
-Sempre.-Kara murmurou pondo a caixinha de música sobre a mesa,para que juntos pudessem dançar.
Sorriam felizes, enamorados, enquanto a música suave e delicada os conduzia, mas eles ouviam uma musica mais forte e mais alta, a do som de seus corações apaixonados, felizes. Enquanto bailavam o relógio anunciou a meia noite e lá fora além da janela os fogos iluminaram o céu de Paris.
-Feliz Natal Kara.
-Feliz Natal Jan Kmam.
Abraçados ficaram diante da janela viram a noite encher-se de cores e luzes, mesmo ali eles podiam ouvir os sinos de Notre Dame anunciando por mais uma vez em quase dois mil anos o nascimento do filho de Deus.

sábado, dezembro 13, 2008

Conte os dias


Conte para mim. Devagar, nos dedos, nos muitos séculos que viveu.Conte as estrelas dos céus que viu enquanto bebia o vinho da vida.

Nas moedas, nas muitas rainhas que viu. Dentro dos incontáveis dias de sangue e glorias das guerras que arrastaram os homens para a ruína e a morte.

Conte para mim quanto tempo faz. Devagar, dos dedos quantos beijos meu dedo, quantas vezes renasci.

No oceano tem mais caminhos que na terra. E tudo é brisa salgada quando se chova de solidão. Haverá menos dias para contar, menos coisas para lamentar e esperar, eu creio.

Estou dentro do tempo, da brisa que toca sua face e quando você resolve me olhar eu posso sentir que a eternidade não pode, não deve ser jamais contada.

Nos dedos da mão, nas estrelas do seu, nos desejos que guardo dentro de minha alma. Nos sorrisos que me dá,nos sussurros que ouvirei.

Conte meu amor,falta pouco.

quinta-feira, dezembro 11, 2008

Noite bela.



Dentro das horas do dia eu não te sinto, eu não te vejo com exatidão. Não te escuto batendo dentro do meu coração. Sinto seu amor me beijar no rosto, acariciar meus cabelos. Abraçar-me e depositar beijos sobre minha garganta.
Despercebida sigo muda, dentro de meus abismos. Perdida dentro do que tem, do que precisa ser feito.
O dia passar e se arrasta, correr, ou simplesmente desliza pelo relógio morno. E quando a noite me percebe e eu percebo a noite, a escuridão suave do dia que morre lento por escolha e prazer.
Lá fora tudo é beleza e suavidade e eu sinto você despertar. Escuto-te sussurrar nos meus ouvidos... Abraçar-me.

-Estou aqui por você.-sussurrando.
-Então fiquei.-de olhos fechados.
-Para sempre.-roçando os lábios no pescoço.
-Sim.Para sempre.-lábios se tocando.


O resto é silêncio e paixão.

sábado, dezembro 06, 2008

Alma & Sangue



Ola! Meus queridos,
Hoje recebi uma bela homenagem ao livro Alma & Sangue, ela foi feita por uma fã,Adrianna.
Abaixo segue seu lindo recadinho. O blog dela é lindissímo,vale a visita.Apareçam por lá e deixem seus comentarios.Obrigada Adrianna pelo carinho,Alma &Sangue só tem a agradeçer e a oferecer,em breve,muito breve.
Por Adrianna.


Alma e Sangue


O despertar do Vampiro


Nazareth Fonseca!


Aqui um singelo texto de um livro excepcional.


Personagens além de lindos (Ariel o/)


Bem estruturados, com suas neuras e suas paixões.


Personalidades todas muito fortes.


Coisas muito boas no livro:


As descrições dos olhares...


A personalidade do Jan...


A estrutura da história, as tramas...


O amor e o ódio...Coisas apenas boas:


A irritabilidade que nos causa a Kara...


A pouca participação do Ariel... ;)


As vezes a história enrola um pouco até chegar num ponto chave...


Mas sinceramente, adorei!


Nazareth é uma escritora brasileira...


E tenho de admitir que passar a história em São Luis foi uma criatividade e tanto.


Vale a pena comprar, ler e devorar o livro.


Consegui me transportar para o universo do livro...


E ainda estou esperando uma visita amistosa do Ariel.;)


Parabéns para a Autora do Livro.


Merecidademente!vide os blogs da autora:






AGRADECIMENTOS MUITO ESPECIAISA MARILIA RITA BACHIEGA =)


LIAHHTHE BESTOBRIGADA POR APRESENTAR ESSA OBRA MAGNIFICA

quarta-feira, dezembro 03, 2008

Estranha conhecida.


Caminho entre os homens desde que o mundo era somente feito de paraíso.Estou entre os seus mortos, com seus inimigos, e até mesmo com seus amores.
Levei muitos ao delírio, alguns ao desespero,a contemplação. Amei outros e matei diversos. Sorri e chorei em meio a guerras e injustas e esperei que os mortais se destruíssem, eu não preciso fazer muito. Basta esperar para fazer minha colheita.
No ar, na terra ou no mar eu caminho e completo os dias e as noites. No final todos me seguem, ou os levo com um puxão.
O tempo me faz companhia, mas devo confessar, vivo só dentro de abismos de silêncio e lagrimas.
Preciso de tempo para esperar e escolher o melhor modo. Tenho modos sofisticados e às vezes extremos. Nada posso fazer esta é minha missão.
Muitos me temem, outros fingem que não existo até que apareço e os convenço de minha presença em sua vida.
Raríssimas vezes eu sou desejada e em casos muito especiais sou convidada, mas me apresento solidaria, piedosa.
Você escolhe como eu apenas te conduzo, o certo é, que você não vai precisar chamar muito por mim. Eu saberei o momento certo de me apresentar.
Todavia se achar necessário me chamar, minha alcunha é uma só, morte.

domingo, novembro 30, 2008

Amor Silencioso


Por
Nazarethe Fonseca
Todos os direitos reservados a Autora®

Dentro de meu mundo existem grandes silêncios. Horas inteiras dessa bruma desconhecida e fatal, o silêncio. Ele me arrasta como um amante selvagem e me toma por inteira.
Deixo-me levar submissa e permaneço quieta em seus braços. Assim penso e divago muda, lábios serrados por seu beijo. Que mais parece uma caricia de gelo.
O tempo desliza pelas janelas, por praças e lugares convidativos ao passeio, ao amor. Enquanto movo os olhos, as pálpebras, mas meus lábios continuam presos por seus lábios de ferro.Nada tenho a dizer, quero somente permanecer quieta.Sinto meu corpo pesado, não é tensão é somente um estado profundo de inércia produtiva, afinal minha mente não descansa.
Preciso desse amante quase opressor, destas horas solitárias que me jogam dentro da escrita, dentro desse encontro quase religioso e excitante. Necessito do tempo estendendo-se manso, pesado, úmido, quente, abafadiço, ensolarado. Das noites mornas nas quais levanto-me para escrever, para chorar, para esquecer.Caminho pelo jardim, enquanto o mundo está mergulhado em silêncio e sono.Sou um fantasma, sou um vulto silencioso.
A grama está úmida, fria, cães latem, gatos miam e deslizam pelos muros senhores de si.Tigres pequenos, leões, leoas.
Eu tenho fome de algo, mas do que será?
Não quero comer, quero somente engolir minha língua enquanto minha cabeça continua trabalhando incansavelmente. Minhas mãos doem e querem a caneta, estou farta. Farta de escrever para ler sozinha dentro das sombras. Estou farta de escrever, estou cansada, estou com fome. Mas de quê?
Talvez do silêncio que me oprime, me massacra, não consigo falar com ninguém.
Você me teme, reluta e me joga no silêncio das palavras, no vicio de um prazer que só alimenta minha fome.
Estou em silêncio porque não posso jurar-te amor. O papel é nosso leito e as palavras o ato. E em cada sentença tudo que se lê dentro do silêncio é o nosso amor.

segunda-feira, novembro 24, 2008

Vampiros, sempre Vampiros!



Vamos lá,


Desde Drácula o mundo passou a conhecer a sede de sangue de um vampiro. Ele não foi o primeiro,mas é certamente conhecido,mas desde que Bran Stocker publicou o romance muita coisa mudou e sobre a face do mundo muitos outros surgiram.

Os Vampiros atuais podem ser cantores de rock como Lestat na visão de Anne Rice,em o Vampiro Lestat. Ou simplesmente matar seus inimigos na ponta da espada como Jan Kmam, em Alma e Sangue,vestir jeans e freqüentar escola como Edward Cullen. Opa!

O mundo mudou mesmo! Mas eles,os vampiros, continuam charmosos e conquistando nossa atenção.


Prova disso o fenômeno mundial “Crepúsculo” da escritora Stephenie Meyer.
Os olhos do mundo estão voltados para tais vampiros e os de Natal também. Prova disso um grupo de jovens animadíssimas que estão reunidas em torno dessa paixão milenar, vampiros. Não é por nada mais Edward é um gato! Mas voltemos às meninas... Riso!

Os encontros são para trocar idéias, ler o livro, e continuar suspirando, enquanto o terceiro livro da série não chega às prateleiras das livrarias. Elas se reúnem e fazem sorteios de brindes, e falam e falam sobre Bella Swan e Edward Cullen.Elas conhecem cada detalhe do livro.
Se não estou enganada as organizadoras Jú, Mika, Pri, Gabi, Bee e serena
. Elas têm uma comunidade no Orkut, Twilight (Crepúsculo) / RN.




O primeiro encontro reuniu uma galera super animada na livraria Siciliano, lá estavam todos vestindo a camiseta com a capa do livro. Que lindas!
Já o segundo encontro foi mais informal, e aconteceu no sabado dia 22/11/2008 no Parque das Dunas, mas de igual qualidade. E com sorteios de senhas para o filme tem estréia prevista para 19 de dezembro no Brasil.
Olha os ganhadores!
Nossa! Você não sabe do que estou falando?Deixe eu te enturmar:


“Twilight” conta a história de Bella Swan (Kristen Stewart), uma adolescente introspectiva que se muda da ensolarada Phoenix para a chuvosa cidade de Forks, para viver com seu pai divorciado. Na sua nova escola, ela inicia um romance sobrenatural com o distante Edward Cullen (Robert Pattinson), parte de uma família de vampiros eternamente jovens, que lutam contra a própria natureza ao evitar alimentarem-se de seres humanos.

Se não leu, leia,você não vai se arrepender.


Beijos Mordidos,sempre.


domingo, novembro 23, 2008

Silêncio e Escuridão.

Às vezes quando o silêncio cobre o mundo com a permissão da noite. Você pode vê-los. Caminham sozinhos, ou acompanhados. Eles vivem há séculos, já nos viram morrer e viver mil vidas.
Basta deixar a noite te tocar para que você possa vê-los. São belos, como os Deuses antigos seriam, mas são cruéis, famintos. Cuidado, enquanto os admira, não acenda velas na janela, eles entendem como um convite.
Gostam de nos observar, gostam de nós tocar a pele ainda viva e quente. Eles apreciam o nosso sangue.
Somos o que jamais voltaram a ser, muitos nos odeiam, muitos nos amam, mas todos querem nosso sangue.
O convite é irrecusável, mas lembre-se se os seguir pode não voltar,ou ver novamente a luz do sol.É um caminho sem volta,uma escolha para toda a eternidade.
Então quando o silencio cobrir a noite, com a permissão da escuridão, tenham cuidado, eles podem nos ver também.

segunda-feira, novembro 17, 2008

Tuas camisas.



Por
Nazarethe Fonseca
Todos os direitos reservados a Autora®

Gosto do teu gosto refinado.
Das cores que escolhe.
Do modo descuidado que as usa,
Que as larga sobre a cama,
Como as passa pelo rosto suado,
No peito, enquanto fala ao telefone.

Do jeito meio relaxado que leva o punho a testa suada.
Os botões entreabertos revelam e escondem.
Gosto delas, do mundo que elas ocultam.
Como elas cobrem seus ombros
As tuas formas de homem.

Como as tira me olhando nos olhos, buscando me seduzir.
Avisando-me que elas te despem para mim.
Insinuando o que queres o que me dará;
Desabotoa, tira devagar, botão por botão.
Deixa a seda falar,enquanto escorrega por teu peito largo.

Amassadas, jogadas ao chão eu as busco vestir.
Para cobrir minha pele e mostrar que as roubei de te,
Teu cheiro está nelas e em mim.
Gosto do teu gosto refinado.
Das cores que escolhe.
Do modo descuidado que as usa,
Que as larga sobre a cama,
Como as tira de meu corpo.

domingo, novembro 16, 2008

Existe muita solidão



Tudo sumiu nada restou dos melhores dias de nossas vidas. Hoje é tudo um grande deserto. A doçura deu lugar ao amargor. E quando caminhamos pela noite existe muito pouco a ser descobriu, eu quero dias melhores.
Quero dias de noites sem fim. Eu sangro sozinha e pensando em voltar aos seus braços.
Mas não existem mais caminhos e tudo se foi com as noites perfumadas e sinto-me presa a lembranças que se foram com o sol que tudo destrói e muda.
Quero ser feliz novamente mesmo que isso custe minha vida.
Eu só não quer dizer adeus novamente, sentir essa solidão que tudo devora. E me devora junto com as lembranças derretendo meu mundo feito de cera e açúcar.
Frágil e suave como seus beijos em minha carne.E aqui está tudo tão vazio e não posso volta à noite onde você me chamava de meu amor.
Eu não posso mais viver sem você, seu doce olhar sobre mim. Apenas deixe-me ficar.
Eu posso suporta a solidão de sua vida feita de noites sem fim, o sol que é teu inimigo. Eu quero apenas ficar e achar um sentido para seu abandono.
Eu fui seu mundo por um tempo, hoje nada sou além de um velho amor.
E aqui dentro existe muita solidão.

sábado, novembro 15, 2008

Sonhos Lúcidos.




Quando ele falou pela primeira vez me perguntei de onde ele vinha?
Estava bem ali do meu lado, em meus ouvidos, sussurrando docemente. Espalhando seu perfume por meus cabelos enquanto os acariciava.
Bastava fechar os olhos, escrever, completar, incorporar sua alma na minha.Eu já sabia montar o quebra cabeça. Deixar fluir, me levar por seus desejos.
E lentamente ele se afastou e deixou-me a vontade para fazer o que bem quisesse. Liberdade para rabiscar e rugir, caminhar pelo mundo.E ele dizia:

-“Você consegue menina”.

Só, lembrando de seus belos olhos, do modo como caminha, e move os lábios sobre os meus eu prossigo.
Sempre que sentamos para conversar no salão, sinto-me em casa, mesmo ela sendo dele. Visto as roupas que ele comprou as jóias que suavemente põem sobre meu colo.
Juntos no espelho,sorrindo,trocando beijos e sussurros... E deitada no divã, coberta de veludo e paixão eu o escuto murmurar meu nome num misto de ânsia e prazer.
Sou dele, só sua, e quando tudo mais frasca e me decepciona no mundo, ele abre os braços para me receber.
Eterno como o tempo, lúcido como o universo e caótico como a fome.

“-Estou aqui.-murmura o vampiro.-Sempre estarei,sempre”.

Despertei. Foi um sonho, a mão procura algo debaixo do travesseiro e a lanterna do celular ilumina o caderno de notas. E antes que o sol apareça já estou dormindo novamente, eu sou mortal.

quinta-feira, novembro 13, 2008

Moeda rara.


A imortalidade é algo que não te dei. Tu não precisavas dela, já havia feito dela teu amante. Debaixo de tuas belas sobrancelhas negras ele vivia e era amado como um rei. Ou talvez como príncipe, para quem se dar um amor mais doce.
Dentro de teu olhar negro séculos de vidas alimentadas com sangue e morte.
E a cada beijo teu sucumbia minha pequena.Dava-me por inteiro para saciar tua fome e meu desejo de morte e dor.Tu eis a caçadora e eu a presa submissa. E em todos estes anos eu não acreditei ser tarde para deixar de te amar. Sempre haveria mais uma noite para os que jamais morrem.
E tudo corre num rio, em redemoinhos vermelhos como seus lábios.
Tenho-te aqui em meu coração, em minha carne em forma de mordida.
Incontestável você jamais me deixaria, pois corre em minhas veias no meu coração de vampiro e homem.

quarta-feira, novembro 12, 2008




Olá Meus queridos!


É o seguinte, tive de mover os textos de Bruce ,O Lorde Vampiro para o seguinte endereço.




É, que aqui quero continuar postando textos sobre o livro Alma e Sangue,e o Kara e Kmam,entendem?

Lá na "Caixa" a historia vai continuar tranquilamente. E aqui nesse bat canal vocês continuam acompanhando tudo sobre o Alma e Sangue.Ok?
Deixem suas criticas.
Beijos Mordidos,claro.

domingo, novembro 09, 2008

Bruce – O Lorde Vampiro - 2 Parte


Ludo no seu lugar
por
Nazarethe Fonseca
Todos os direitos reservados a Autora®

Eu sempre fui sossegado, por assim dizer, não tive inimigos, jamais.
O vampiro falou deslizando os dedos de uma ponta a outra do queixo. Era realmente belo. Os cabelos cacheados, os olhos cor de mel, enquanto vivo certamente foi um jovem de aparência fresca e quase feminina. Os seus lábios eram perfeitos e macios como os de uma moça e extremamente convidativos, poderia até dizer pecaminosa e a mente mais aguçada viajava sobre a superfície rosada de sua boca jovem e quase pura.O que não se podia sentir ao contato daquela boca? E quando ele voltou a falar percebeu os meus pensamentos nada “puros”. Havia um sorriso gaiato nos lábios, mas não exibiu as presas que sabia ali ocultas, afiadas.
- Você me acha bonito?
-Sim.
-É uma maldição ser bonito, sabia?
-Sim, eu sei. - confirmei.
-As mulheres me desejaram, mas eu me sentia estranho com elas, sabe? Tocar seus corpos era como invadir algo muito doce e sagrado. Os seios, seus sexos. -murmurava olhando-me. – E quando enfim as fazia desfalecer de tanto prazer sentia-me vazio. Faltava-me algo que só encontre ao lado de outro homem. - ele deslizava o polegar sobre os lábios cheios. - Mas isso foi a muito tempo,quando ainda havia o prazer do sexo.Hoje o que restou-me foi a mordida.O toque...Os toco,mas eles não podem mais me tocar é para mim terrivelmente doloroso saber que tiro tudo deles,lhes dou prazer e quando eles ousam me tocar os mato com ferocidade.
-Por quê?- ousei pergunta, ele me respeitava e isso me mantinha segura.
-Não posso ser possuído. - olhou-me muito sério e disse seco. - Afaste-se desse tema, ele me irrita menina. O que quer saber esta longe de tal assunto.
-Eu só queria entender e. Desculpe-me.
-Apesar de minha natureza ter tornado-se a de um caçador faminto, ainda assim, mantive-me longe das lutas por território, o que de certo modo, trouxe-me poucos problemas e os que surgiram pude controlar com uma luta ou duas.
Bruce disse voltando a sua narrativa e fechando-se novamente para mim.
-Os vampiros são seres engraçados. Gostam de sangue, mas odeiam vê-lo ser desperdiçando, principalmente se for imortal. Sou assim, odeio desperdício. E isso me fez caminhar pelo mundo vampiro de modo suave até uma noite de Conselho.
-Meu mestre... Meu primeiro amante era uma criatura fascinante. Vinda...
-Quantos anos têm?
-Tola!- disse risonho. -Anos? Pergunte isso a um mortal. Entre nós é séculos. Eu tenho cinco e você quantos anos tem?
- Tenho vinte cinco anos. - admiti.
-Eu sei, posso saber por seu cheiro, é fresco e doce. Quando estiver mais velha vai cheirar do mesmo modo só que poderei sentir o cheiro da decomposição de sua vida.
-Você gosta de viver entre nós?
-Às vezes. - sopesou me medindo com o olhar. - Quando não são enfadonhos e barulhentos, ou burros o suficiente para me enfurecer.
-Soube que ficou alguns anos enterrado. - provoquei sabendo de seu “drama pessoal”.
-Sim, eu me afastei do convívio mortal e imortal, o último em especial. O século dezoito foi cansativo e o próximo parecia ser pior.- ele ficou-me e disse.-Não se acredite tão especial criatura.Eu gosto de destruir o que é único.
-Você teve sua chance. Porque não fez?- perguntei cansada de todos eles.Os vampiros que me cercavam como moscas.
-Você é útil.
-Imbecil.
-Sim, um imbecil imortal e você nem isso conseguiu ser, imortal.
-Pelo menos eu o tive e você?
-Deste modo vai encontra a morte antes do que precisa. - Bruce ameaçou Alma.

Continua...

Quer saber mais? Leia Kara e Kmam, Uma Saga de Alma e Sangue.
ONDE COMPRAR:
Tarja Livros 1 Lugar em Vendas!
http://www.tarjalivros.com.br/detalheprod.asp?produto=16
Livraria Cultura
http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?nitem=2505833&sid=0155123991042778634978953&k5=186B6E3&uid=
Livraria Martins Fontes
http://www.martinsfontespaulista.com.br/site/detalhes.aspx?ProdutoCodigo=280483

quinta-feira, novembro 06, 2008

Bruce - O Lorde Vampiro - 1 Parte

I Parte

Seus passos ecoavam na rua desertar e escura. A brisa da noite o tocava com delicadeza, numa carícia bem-vinda. Seus cabelos castanhos, cacheados, quase como os de um anjo barroco, flutuavam livres e a sua face ainda era um mistério encoberto pela gola do casaco pesado, mas seu cheiro flutuava pela rua. Uma mistura amadeirada e doce, jasmim e sândalo.
Um movimento na capa fez um objeto brilhar a luz da lua. Subitamente o vulto ficou em guarda, mas sem jamais deter seu passo, a única indicação do seu estado foi o modo como segurou o cabo da bengala. Ela surgiu em forma de cabeça de dragão. A prata era como uma seta flutuando no negrume do tecido. A lâmina estava exposta, ele era como um toureiro esperando o touro para dar a estocada final.
Quando seu agressor caiu a sua frente o choque foi forte. Mas ele recebido pelo aço com prontidão. Os dois vultos se moviam rápido e a luta era graciosa, leve. O que se podia perceber a primeira vista, é que ambos era filhos da imortalidade, rivais, mas acima de tudo, belos.
O que seguimos com interesse chamava-se Bruce e não parecia disposto a perder, o segundo, o agressor,chamava-se Samael. Gotas de sangue atingiram a face pálida de Bruce, ele provou com a língua do sangue de seu oponente e riu. Duas estocadas e o recuo. Eles pararam e agora estavam completamente imóveis tal quais gatos se enfrentando em meio a ameaças e rígidos baixos. Seus olhos eram faróis estranhos brilhando na escuridão e presas eram exibidas sem sutilizas.
O primeiro a mover-se depois de uma eternidade de minutos foi Samael,ele tinha a mão suja de sangue,os cabelos lisos e negros em desalinho. Na face decepção e amargura. Ele se rendeu e sumiu na noite, estava bastante ferido, talvez mais no orgulho visto que breve poderia novamente enfrentar Bruce e mais uma vez tentar matá-lo.
Bruce guardou a espada na bainha e mais uma vez a língua afiada do dragão se recolheu. Estava pensativo, mas sem tristeza alguma ou remorso.
O vampiro riu e disse num sussurro para si mesmo quando tomou novamente seu caminho:
- O pior inimigo é aquele que te ama.

Continua...

terça-feira, novembro 04, 2008


Capítulo IV - Perguntas Sem Respostas.

O vampiro podia sentir o medo, mas seu olhar o desafiava a prosseguir, entregava-se a sua fome. Ele podia sentir o odor alucinante de sua pele exalando medo e desejo. Em seus olhos claros a mesma pergunta?
“-É a ultima vez?”
O sangue corria ligeiro em suas veias, o calor da pele, o coração batendo ligeiro, num, a agonia conhecida... Ele abocanhou a carne ela continuava imóvel, entretanto trêmula. Sua mão cobria o seio róseo, os lábios sobre a garganta frágil, os caninos cravados na carne. A sugava de olhos fechados e quando os abriu havia neles um brilho estranho. Afastou os caninos e a viu pestanejar quase desfalecida, a tomou nos braços e levou para o quarto. Exausta Alma adormeceu nos braços de Jan Kmam, e assim ficou por uma hora. Ele esperou, tinha tempo e enquanto ela se refazia de sua mordida, brincou com seus cabelos entre os dedos e foi impossível a ele não fazer comparações, perguntas.

Kara e Kmam, Uma saga de Alma e Sangue.Suas histórias foram contadas em Alma e Sangue, o despertar do vampiro. Agora ressurgem com muito mais paixão e fascínio para dar continuidade a esta saga de Alma e Sangue. Se você gosta de romance esse é o livro!ONDE COMPRAR:http://www.tarjalivros.com.br/detalheprod.asp?produto=16http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?nitem=2505833&sid=0155123991042778634978953&k5=186B6E3&uid=http://www.martinsfontespaulista.com.br/site/detalhes.aspx?ProdutoCodigo=280483

Beijos Mordidos!

domingo, novembro 02, 2008

Tradução

Por
Nazareth Fonseca
Todos os direitos reservados a Autora®

Posso sentir o cheiro da chuva no ar,
No vento que vem do jardim.
Tudo esta tão suave e calmo.
A lua cresce de um fio de outro
Para uma moeda de prata.
Com meus olhos imortais a vejo melhor.
Cada sombra e nuvem, suas formas longínquas.
Que meus dedos pálidos fingem tocar.
Ela ilumina a terra suavemente.

Você está distante, mergulhado em seus próprios sentidos.
O piano te traduz, fala,sussurra, mas não é sua voz;
É a tradução de você mesmo.
Forte e melódico.

Ando a sua volta e a musica prossegue,
Enquanto teus olhos me seguem,
Às vezes me sinto presa, numa gaiola com um pássaro.
Sem grades, sem limites, mas presa.
Dias passam, enquanto durmo em seus braços.
Noite flutuam ligeiras, enquanto ando abraçada com você.

Fito meus pés e rodopio ao som do piano.
Posso vê-lo enfim sorrir e fitar-me com desejo.
Não me aproximo apenas contínuo movendo o corpo.

O vestido acompanha meu passo.
Tenho o amor que todos desejam.
E ele me traduz o que sou.
A música chega ao fim e eu estou flutuando no ar,
Em seus braços, seguro seus ombros e vejo seu sorriso pontudo.
Girando no ar como um pássaro.
Sou a tradução do amor,
O que você deseja como amante.