
Na semana passada me perguntaram, pelo twitter, se o casarão da rua do Sol efetivamente existia; se os cenários descritos no livro eram reais. A maioria dos locais existe de fato, só foram descritos sob uma ótica mais sonhadora e fantástica. O bairro onde Kara mora, os casarões, as ruas que foram citadas são reais. Lugares que vi e pelos quais andei quando criança e que ficaram na minha memória.
O primeiro casarão que visitei foi no centro da cidade. Assim que entrei, percebi que não estava numa casa comum. Havia muitos detalhes e madeira, talvez eu tenha sentido sua energia, pois toquei as paredes grossas e as portas antigas. Era uma viajante do tempo e nada em mim parecia combinar com aquele lugar tão especial e antigo.
Andar pelo centro histórico de São Luís é uma experiência reveladora. Muitos casarões foram restaurados, outros não; alguns estão em ruínas, outros abrigam prédios públicos. Mas estão lá como prova de que somos quase imortais. A arquitetura permanece e tenta sobreviver à mão cruel do tempo e do descaso. A cidade é patrimônio histórico da humanidade.
Temos ladeiras e becos com nomes antigos, herdados da cultura portuguesa e colonial. A ponte descrita no livro atravessa o rio e conserva os bancos onde Jan e Kara se sentaram para desvendar o passado.
Quem já leu o “Império dos Vampiros” deparou com a Fonte do Ribeirão, com as galerias subterrâneas da cidade e com o Convento das Mercês.
Abaixo, deixo alguns links para quem quiser dar uma olhadinha.
Abaixo, deixo alguns links para quem quiser dar uma olhadinha.
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Beijos mordidos!





















