quinta-feira, novembro 15, 2007

(Imagem de Vitoria Frances artisticamente alterada por Jean S.Kuri)

"Meus queridos amigos,este pequeno livro esta entre o livro Alma & Sangue, O Despertar do Vampiro I e II.É apenas um aperitivo,um desejo incontido de novamente estar com aqueles que amamos profundamente.Aproveitem,deixem seus recados,por favor,beijos Mordidos!"

Kara e Jan Kmam

Por

Nazarethe Fonseca

Todos os direitos reservados a Autora®

Capítulo II – Aptidão


Dediquei todos os meus esforços a aprender, não ia decepcionar Jan Kmam e tão pouco perder minha liberdade. O ritmo das coisas mudou. Despertávamos, e juntos, saíamos em busca de alimento. Minha “reprovação” fez-me perder o direito de sair só, achei absurdo, mas não houve escolha. Precisava desesperadamente aprender a defender-me sozinha.
Treinava por horas seguidas, enquanto Jan supervisionava movimentos, postura, golpes. Quando o treino acabava às quatro da manhã sentia-me faminta, e de certo modo, exausta. Servia-me de um cálice de sangue morno e buscava a cama para dormir. E assim, durante um ano devorei livros,e até mesmo, pergaminhos surgiram para que adquirisse conhecimento.Tornei-me a “pupila”, poucos direitos e muitos deveres. Minha vida era somente estudar, treinar, comer, e amar Jan Kmam, e finalmente quando o sol se avizinhava de nossas janelas mergulhávamos nos lençóis e travesseiros de seda juntos. A cama, foi um assunto polêmico, gostava do caixão, mas definitivamente sentia falta da cama, Jan foi contra, achava perigoso. Todavia, quando mudamos para o apartamento ganhamos uma de presente do rei Ariel Simon. Claro, não uma cama comum, havia pertencido a um Marquês, que foi decapitado durante a revolução francesa,o objeto de arte deveria ter uns três séculos.
Junto com ela vieram persianas muito especiais feitas de chumbo. Segundo soube, desenhadas e fabricadas por um engenheiro militar para atender a um cliente muito especial. Depois de instaladas elas mantinham o apartamento protegido do sol, leves e fortes nos possibilitavam dormir na cama. Ou até mesmo ficarmos despertos durante o dia. Dormir numa cama significava poder acordar do sono vampiro uma ou duas vezes. Nos primeiros seis meses confesso, que não consegui, a sonolência era demasiado grande. Um ano depois já conseguia despertar e podia ver Jan lendo, vendo TV,distraindo-se,até mesmo treinando sozinho,peito nu,movendo-se pelo piso limpo, cortando o ar com a espada.Metido apenas na calça de pijama, a camisa era minha,e foi fácil fazê-lo admitir que a cama,foi uma boa idéia.
Quando finalmente o treinamento chegou ao fim fui submetida a uma prova.
-Pronta?
-Sim, estou. -afirmei diante de Jan Kmam de espada em punho.
Ele fez o primeiro movimento e as espadas se encontraram, a luta começou. Mantinha a atenção em seus movimentos, gestos e olhos, sabia que não poderia vencê-lo, mas precisava resistir o máximo possível sem que houvesse cortes. Para passar era necessário lutar por vinte minutos sem intervalos e sem nenhum corte, a camisa branca foi exigência.
O relógio marcava o tempo, o tique taque, o som de nossos passos, as espadas, era o que se ouvia,enquanto investia e recuava, saltava e mantinha uma postura de luta contra um oponente forte, que parecia somente evitar meus golpes, sem nenhum esforço. Entretanto, daquele combate dependia minha liberdade, investi de modo ousado e perigoso, tentava tocar Jan Kmam. A ponta da espada só conseguiu cortar sua camisa de seda negra. Foi o suficiente para fazê-lo avançar com força, corri pela sala e saltei, quando cai ao chão era esperada por sua espada. A lâmina apontava para minha garganta. Mas havia saída e a usei, joguei-me ao chão e com os pés impulsionei o corpo para trás,fugindo de suas investidas,quando fiquei de pé arquejando tudo que me restava era esperar por uma nova investida. Jan Kmam olhou para o relógio, sorriu, e falou baixando a espada:
-Parabéns Kara, você conseguiu.
Fitei minha camisa branca, intacta e sorri vitoriosa, gritei de alegria para me jogar em seus braços e o cobrir de beijos.
Conquistei a confiança de “meu mestre”, saia sozinha, ainda era a “pupila” como Jan fazia questão de me lembrar,quando o desobedecia,mas conquistei seu respeito e deixei Otávio bastante admirado, afinal, fiz questão de me exibir. Entretanto, nem tudo são flores.

SEGUNDA PARTE CAPITULO II

Cinco anos se passaram e minha evolução como vampira seguiu seu curso “normal”.Foi nesse ponto que tudo começou lentamente a mudar.
Deixei a Rua Grenelle furiosa, Otávio não me recebeu,simplesmente avisou da saída súbita de Asti pelo interfone, e desligou. Deixando evidente seu desagrado a minha visita. Jamais me tolerou! Caminhei por alguns minutos e por fim resolvi andar como uma vampira, pelos telhados. Sentia-me livre e poderosa. A sensação durou pouco, pois senti “ele” novamente. Ocultei-me nas sombras e esperei seus movimentos.
Paris desde minha chegada se mostrou uma cidade encantadora, mágica, mas depois de cinco anos, quase inacessível. Descobri-me vigiada, seguida! A princípio tive receio de relatar tal desconfiança a Jan Kmam, já que me trancaria dentro do apartamento e lutaria com o intruso. Resolvi descobrir quem era minha “sombra”, busquei o conselho de Asti, mas infelizmente sequer consegui vê-la. Estava realmente assustada, percebi que aquela “criatura” vigiava-me, enquanto me alimentava, por onde andava. Há quanto tempo ele me seguia? Meus sentidos de vampira haviam evoluído e com eles a certeza de ser constantemente observada. Cansada das sombras, resolvi enfrentá-lo. A princípio me esgueirei pelas paredes, chegando o mais perto possível, precisava identificá-lo de algum modo. Antes que pudesse fugir saltei e cai a sua frente. Assombrado correu em fuga. O segui, não ia deixar que desaparecesse sem me dá algumas respostas.
__Pare!
A borda surgiu, ele saltou ligeiro e alcançou o prédio vizinho, mas ao tocar o cimento topou e caiu espantando os pombos do telhado. Em questão de segundos me vi rodeada pela revoada, eles feriam meu rosto, minhas mãos, e na tentativa de fugir escorreguei, despenquei da borda.
As caixas de papelão amorteceram precariamente o impacto. Sentia gosto de sangue na boca, as costelas estavam quebradas, o joelho ferido. Havia muita dor, um pedaço de vidro jazia enterrado em minhas costas. Via tudo através de uma cortina rubra, o coração estava disparado. Desci da caçamba de lixo, que me acolheu duramente e senti os ossos voltando lentamente ao lugar... A cabeça doía e havia sangue nos cabelos... A primeira coisa que fiz foi afastar minha mente de Jan Kmam,ele não podia saber daquele incidente.
Tentei me recompor, sangrava muito, sentia-me fraca para voltar pelos telhados. Peguei um táxi e vi o taxista olhar-me curioso, certamente acreditou-me surrada por um namorado violento. Com sorte Jan Kmam não estaria no apartamento. Minutos depois paguei pela corrida e sem perceber sujei a nota de sangue. As luzes do apartamento estavam acessas.
__Droga!__xinguei baixo.
Jan Kmam havia voltado! Ele sempre demorava, porque hoje resolveu chegar cedo?! Ajeitei o cabelo e fechei a jaqueta. Peguei a chave e notei a mão trêmula, o pingo de sangue que deslizava por meu pulso. Entrei e encontrei Jan deitado no sofá lendo.
__Voltou cedo meu amor.__Jan disse ao me ver entrar.
__Sim...Você também.__respondi fingindo naturalidade.
__Estava sem ânimo, além disso, queria ler um pouco.__disse mostrando o livro.
O sangue escorria por minha cintura. A dor forte me fazia tremer um pouco.
__Se alimentou?__perguntou distraidamente folheando o livro.
__Já, já...Vou tomar um banho...
__Asti ligou, pediu desculpas teve um compromisso inadiável.Foi vê-la? __Deveria ter ligado antes, sabe que Otávio não recebe ninguém de surpresa.
__Eu marquei hora.__continha-me,mas sentindo o sangue fluir me calei.
__Então falou com Otávio?__perguntou erguendo a vista para me olhar vigilante, pois acreditava que fazia birra com seu “ex-mestre”.
__Falei.__foi quase um monossílabo grosseiro.
__Discutiu com Otávio outra vez?__quis saber sério diante de meu silêncio.
__Não!__falei mais rudemente do que pretendia, era a dor esgotando minha calma. Jan me olhou com mais demora.__Asti teve de sair... __ amenizei, a voz falhou.__Vou banhar.__anunciei segurando a jaqueta em dores. Desviando sua atenção.
__Ótimo, vou com você.__se convidou fechando o livro com um olhar sensual.
__Não...!Não vou demorar.__recuava lentamente.
__O que te perturba?__perguntou fitando-me curioso.
__Nada.__disse caminhando de costas, afinal o jeans estava sujo de sangue. __Estou ótima, quero apenas um banho...__vacilei, a vista escureceu. E só então lembrei que na pressa de falar com Asti não havia “comido”.
Jan Kmam largou o livro e antes que tocasse o chão segurou-me pela cintura. Meu grito o fez afastar as mãos imediatamente. Olhava-me confuso, preocupado.
__O que houve...?Você está sangrando!__disse fitando as próprias mãos cobertas de sangue.__O que aconteceu Kara?Fale comigo, por favor.__pediu vendo-me agarrada a seu ombro e por fim fraquejar.
__Cai de um prédio...Ai!__gritei quando Jan Kmam me ergueu nos braços.
Carregou-me para o banheiro e lá me sentou sobre a bancada do lavatório. Nervoso, ajudou-me a tirar a jaqueta, ouvindo-me gemer de dor. A camisa ensopada de sangue o apavorou e o fez tocar os cabelos de modo aflito.
__Merde! O que aconteceu Kara?!Kara?__chamava vendo-me quase perder os sentidos, fraquejar sobre seu ombro.
__Cai de um prédio...__disse fraca,sonolenta.
__Você está branca como papel Kara!__queixou-se vendo meu sangue fluir rapidamente. A cicatrização estava lenta demais.__Precisa ter cuidado...E se houvesse desmaiado?__ele fazia conjecturas.__Ficado a mercê de um mortal?!__falou tentando desabotoar os botões nervosamente, enquanto eu gemia de dor.
O tecido de minha blusa estava dentro da carne preso nos cacos de vidro. Vendo-me sofrer com cada movimento, rasgou a camisa e deixou-me somente de sutiã.
__Mon Dieu!__Jan Kmam exclamou ao ver minha carne pálida ferida.
Observou com preocupação, os hematomas, o corte, as perfurações. E nas minhas costas o pedaço de vidro enterrado, atravessado no quadril. O sangue sujando-lhe as mãos, meu rosto, pois chorava de dor.
__Ai...!__gemi trincando os dentes, tentando conter-me, mas ao sentir seus dedos puxarem o vidro gritei.__Ai!Está doendo...!__chorava segurando seu braço, tentando deter seu gesto.
__Agüente firme meu amor, preciso retirar o caco de vidro, está perdendo muito sangue.__dizendo isso tocou o caco novamente.
__Pare...Espere Jan... __arquejei vendo-o deter o gesto.
Estava em desespero, não estava acostumada a sentir dor.
__Ajude-me Jan...__pedi encostando a cabeça em seu ombro.
__Olhe para mim.__pediu vendo-me obedecer,chorar de dor.__Isso, não tire os olhos dos meus.
Sem aviso puxou o caco de vidro para ouvi-la gritar, cravar as unhas nos ombros de Jan Kmam.
__Pronto mon amour...Acabou, acabou.__disse afastando meus cabelos do rosto suado, sujo pelas lágrimas.
E por fim abraçou-me carinhosamente, enquanto soluçava. Abriu a camisa e me fez beber de seu sangue. O mordi, abracei forte,ainda trêmula para sentir as forças voltarem vagarosamente ao meu corpo,os cortes fecharam-se,a dor sumiu.
Enquanto a banheira enchia lentamente ele me despiu, pouco depois mergulhamos juntos no banho morno que tanto apreciava. Faria bem ao meu orgulho ferido. Sempre detestei depender, precisar de alguém, e aquele incidente mostrou-me uma realidade cruel. Não admitiria, mas senti medo, muito medo. Repousava recostada no peito do meu amante, o cabelo preso no alto da nuca. A mão sobre seu joelho, afinal sua perna forte amparava-me. Estava de olhos fechados, sentindo o vapor subir,o silencio,o corpo de Jan,que apertava a esponja sobre meus ombros, observando a água tocar a pele vampira de modo único.
__O que aconteceu mon chérie? O medo de altura voltou?__estava curioso. __Calculou mal à distância?
__Pombos voaram a minha frente quando saltei, perdi o equilíbrio e despenquei. __disse suave, não estava longe da verdade.__E a cicatriz?
__Vai sumir completamente.__afirmou tocando o risco claro na pele. __Pombos?__ Jan insistiu pensativo.__Eles se assustaram com o quê Kara?
__Quando passei os assustei.__completei tensa.
__O que pretendia fazer? Trancar-se no banheiro e não pedir minha ajuda?
__Eu não queria que se preocupasse comigo...
__Por que Kara?__quis saber torturado. __É meu dever, sou seu mestre.
__Foi apenas um acidente bobo, sou imortal, não sou?
__Sim, é imortal, mas pode sofrer mutilações, que teria de carregar eternamente. Não precisa se arriscar desnecessariamente.__disse beijando meus ombros, a nuca. __Além disso, você me afastou de sua mente. __revelou seguro.__O que mais não quer que eu saiba Kara?
Seu tom de voz firme, a pergunta direta. Estendi a mão e peguei o roupão, Jan não me impediu. Continuou dentro da banheira majestoso, fitando-me como o mestre e amante, esperando por meus movimentos, por minhas mentiras.
__Está sempre desconfiando de tudo que digo e faço.__reclamei sentida.
__Porque se aborrece, quando sabe que é meu dever como seu mestre?
__Vigiar-me, desconfiar?__lutaria até o fim por minha liberdade.
__Kara, não faça drama.__reclamou, erguendo-se para pegar a toalha.
Ficou a minha frente, enquanto enrolava a toalha na cintura, empurrava os cabelos úmidos para trás e prosseguiu:
__O que fez hoje merecia punição.__censurou com firmeza.
__É isso? Quer me punir, usar seu poder de “mestre”?
__Kara...Não seja atrevida.__pediu.
__O que fiz?__fingi desentendimento. __Eu apenas despenquei de um prédio...
__Não se faça de tola Kara!__falou pondo as mãos na cintura larga.__Você me afastou de seus pensamentos, para que não sentisse sua dor e medo.__disse usando todas as palavras. __Quem te ensinou a fazer, Otávio?- pensou e por fim revelou seguro. __Não, ele jamais o faria, foi Asti, não foi?__Jan Kmam cobrou aborrecido.__Ela não tem o direito de passar por cima de minha autoridade.Eu decido o que você deve ou não aprender Kara. Além disso, é um dom de proteção e não de vigilância como acreditar ser.
Jan Kmam deixou o banheiro e foi para o quarto sem ouvir meus pedidos de desculpa.
A paz estava quebrada e muito mais estava por vir.

Continua...

Cena do próximo capítulo...


__Não há nada lá fora,Kara.__Jan falou,mesmo fitando a sombra além da janela.
__Nada?!__disse.__Tem certeza Jan?__cobrei enraivecida.
__Absoluta.__garantiu, afinal era cedo para que sentisse a Sentinela.
__Mentira! Porque está mentindo Jan Kmam?! Há uma “coisa” me seguindo... Nem vampiro ele é...__calei-me debaixo de seu olhar atento.
__Ele é sua Sentinela.__revelou a contra gosto.
__Minha o quê?!__perguntei confusa.
__Ele cuida de um imortal apedido de seu mestre.__Jan revelou sem saída. __Mas pelo visto é um incompetente!Afinal você o viu.__reclamou indignado.
__Traduzindo para sua língua, minha “babá”!__rugi aborrecida, frustrada. __Porque arrumou alguém para me vigiar?

9 comentários:

Elisa disse...

Nazarethe, não preciso dizer que vc está fazendo a felicidade de muitos fãs com este livro intermediário. Estou super feliz em poder ler esses dois capítulos e os que ainda virão! Sua narrativa continua envolvente e objetiva como sempre, e nosso Jan continua aquele vampiro de quem toda mulher gostaria de um dia poder ser vítima! Parabéns, menina! Sigo esperando pelo segundo livro. =) Ah! Uma dica... por acaso vc conhece o site Recanto das Letras? É um site próprio para autores postarem seus contos. É maravilhoso! Aposto que vc ia fazer um sucesso grande por lá tb! http://recantodasletras.uol.com.br/ Beijos mordidos! rs

belisa disse...

Não acredito!!!!
Não acredito no que leio!!!!
Amiga, tenha misericórdia de nós, pobres leitores...
Que saudade violenta de Jan e Kara...
vocÊ não tem idéia do presente de natal que está nos dando!!
Esse livro é umas das grandes esperas de minha vida!! Amo tudo que você esreve, linda!!
Muito, muito, muito obrigada!!!
Parabéns pelo dom!!

belissa!!

{Petite} disse...

Nazarethe! Minha rainha! ♥

Como os 2 capítulos estão DI-VI-NOS! Eu os li no BLOG ALMA E SANGUE e n acreditei! Como o livro excelente que é, esperei sentir aquela velha sensação envolvente criada pela atmosfera da história... TIVE TODAS AS EXPECTATIVAS ATENDIDAS E ESTOU VERDADEIRAMENTE FELIZ POR REVER KARA E, É CLARO, KMAM! Desejo-te todo o sucesso na divulgação, pois esses personagens merecem!

Beijos nos pulsos, minha rainha!

Erika disse...

Naza minha prima parabéns pelos capítulos! Já estava com saudades das aventuras de Jan e Kara... Continuo sua fã! Bjuu Erika

deise_meri disse...

Nazarethe, que surpresa maravilhosa!!!!
Obrigada, obrigada, obrigada por nos trazer de volta estas personagens que tanto amamos...
Aguardo ansiosa os próximos capitulos
bjs!!!! Deise

Mr. Állison disse...

Olá querida
bom não tenho q ficar aqui te elogiando né
porque você sabe q tem um talento e tento...
nos prende na leitura muito bacana...
e estou louco para conferir os próximos capitulos...
bjs até+...

marianna disse...

Querida Nazarethe
muito obrigada por nos dar esse gostinho de Alma e sangue.. tenho certeza q assim como eu,todos os seus fãs mal pode esperar por Alma e sangue 2 e soh de estar lendo esse "aperitivo",jah da pra começar a matar as saudades dos nossos vampiros preferidos!!!
Parabens!!!
ps:teria como vc me avisar quando postar novos cap.?? obrigada!!

Telma disse...

amei, amei, amei, amei, amei. e só por causa disso, vou ler pela vigésima primeira vez o livro número 1. está tudo lindo, como eu imaginava, no mundo de jan e kara. bjs,Telma

Lusy Yoruichi disse...

Ah... perfeito de novo..
mas assim.. realmente me deixa triste...
Por que só me faz querer ler mais e mais...
E eu quero saber maais..

Estou ávida por informaçoes do segundo livro!
^^

DIga-me, este jean por um acaso seria
sua "inspiração" para o nosso jan?

^^

'o> hehe

Blood Kisses =*